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Jones Manuel - os revolucionários e a questão da violência

Jones Manuel - os revolucionários e a questão da violência
https://www.youtube.com/watch?v=d6kdHZqd0uc&t=4s
Salve galera. O tema do vídeo de hoje e “Os Revolucionarios e a questão da violência”: quem realmente defende a paz? Ano passado Gregório Duvivier no seu programa Greg News fez um vídeo falando que os revolucionários como Lenin eram militaristas, a favor da violência, ao contrário dos social-democratas. Esses sim Democráticos e Defensores da Paz. E muito comum ouvir nos discursos da direita e de certa esquerda liberal e moderada que os revolucionários, em especial os anarquistas e os Comunistas são Defensores da violência, do sangue e que eles gostam de ver morte. Mas é verdade realmente? Os revolucionários eles são Defensores da violência? Eles têm fetiche pela violência? A história real não é assim! Antes de entrar propriamente em uma análise histórica, e importante algumas considerações teóricas: os revolucionários - especialmente os marxistas - consideram que a violência é um dado estrutural do sistema capitalista. O capitalismo como um sistema sócioeconômico que funciona oprimindo e explorando a imensa maioria da população, precisa da violência para se reproduzir. Então não é coincidência que em todos os países capitalistas do mundo as principais vítimas da violência policial e do sistema penal e carcerário sejam pessoas pobres oriundas da classe trabalhadora. Também não é coincidência que todas as vezes que existe uma rebelião Popular, uma tentativa de revolução, ou até uma série de Protestos massivos, a resposta do Estado burguês é repressão repressão e mais repressão. O que os marxistas perceberam foi que a violência é um dado da realidade gostemos dela ou não. O capitalismo ele não funciona sem uma violência sistemática contra os de baixo. Evidentemente que em alguns países o uso cotidiano da violência é maior do que em outros. Em países de Capitalismo dependente como o Brasil, a violência no cotidiano da classe trabalhadora é muito maior do que em países de Capitalismo Central. Como por exemplo se você for comparar os índices de letalidade policial Eles são muito maiores no Brasil do que na Inglaterra. Só que essas diferenças, embora importantes, são explicadas não porque o capitalismo na Europa é mais democratic, mais humano, mas sim porque ali é um dos centros mundiais do capitalism, e a riqueza extraída de toda a periferia do capitalismo possibilita um nível de distribuição de renda um pouco melhor, e as contradições e os conflitos de classe tendem a tomar um caráter menos Agudo. Mas até isso na própria Europa já está mudando. Não é mais uma realidade então atual, até porque não existe mais estado de bem-estar social na Europa: ele já foi quase que todo destruído.
Outra questão muito importante é que os teóricos da burguesia, os ideologos do capitalismo tendem a subestimar o papel da violência na reprodução desse sistema e não so pensadores burgueses, até criticos de esquerda acabam caindo nessa ilusão. Por exemplo, a partir dos anos 60 se tornou uma moda na Europa ocidental a partir de certa leitura bastante equivocada de Gramsci, dizer que a dominação de classes no capitalismo desenvolvido não se dava mais com uso da força, mas sim pela hegemonia, pelo convencimento. Então escolas, igrejas, partidos politicos, meios de mídia, seriam o principal instrumento de dominação da classe dominante. Michel Foucault passou a falar de uma microfísica do Poder: uma sociedade com instituições carcerárias capilares: tanto a escola com uma clínica psiquiátrica, seria uma instituição carcerária em uma análise descendente do poder: ou seja uma compreensão do Poder de baixo para cima. O estado burguês com seu sistema de Justiça Criminal, forças Armadas e aparelhos repressivos da maneira geral não seria o centro estratégico de exercício do Poder, mas sim essas micro relações de poderes conferidos por toda a sociedade. Ainda na França Pierre Bourdier começou a falar de um poder simbolico, que esse sim seria o verdadeiro centro da crítica A Dominação. Fora de um campo de esquerda, Habermas e Hannah Arendt passaram a falar que a política não tem violência. A política é uma esfera de consenso e de diálogo intersubjetivo entre as partes, e se tem violência não é política. A violência seria por definição A negação da dimensão política da vida humana.
Isso tudo e Muito bonito. E ótimo para vender livros, para produzir filmes, para ganhar uma bolsa de produtividade da “Capes, CNPQ” (institutos de pesquiza), mas no mundo real o capitalismo nunca vai dispensar a violência, Especialmente na periferia do sistema. O que os revolucionários compreenderam é que além da violência ser um dado estrutural orgânico do capitalism, não existe em um exemplo na história da humanidade em que uma classe dominante aceitou perder seu poder, Sua riqueza e seu prestígio de forma pacífica, sem a mais brutal reação violenta contra o movimento emancipatório dos de baixo. Aliás a própria América Latina nos dá centenas de exemplos disso: os ciclos de golpes, ditaduras empresariais militares em nosso continente, não foram em sua maioria contra projetos políticos revolucionários. Foram contra projetos reformistas muito moderados: um exemplo disso é o golpe Empresarial militar no Brasil de 1964: o governo João Goulart não era um governo comunista, um governo revolucionário. João Goulart era um político nacionalista que defendeu uma reforma agrarian, reforma bancária, acabar com analfabetismo, saúde e coisas do tipo. Um projeto tão moderado como esse, foi encarado pela classe dominante brasileira e pelo imperialismo estadunidense como algo inaceitavel, e o resultado todos nós sabemos.
Então não adianta idealizer. A classe dominante nunca vai entregar seu poder sem uma reação violentissima, e a violência é um dado estrutural do capitalism. Isso não significa evidentemente que a dominação de classe se dá apenas pela repressão. Como mostrou Antônio Gramisci - e essa e sua contribuição real - a dominação exercida pela classe burguesa se dá em uma combinação complexa e estratégica entre coercao e consenso: convencimento e repressão. Os aparelhos ideológicos da classe dominante atuam para legitimar a violência da burguesia, e Esses aparelhos repressivos da burguesia garantem que os aparelhos ideológicos da classe dominada - dos trabalhadores - sejam reprimidos, combatidos para que a ideologia burguesa seja egemônica no seio da sociedade. Então repressão e convencimento atuam de maneira organica, combinada na ordem burguesa. Isso não significa porém, que a repressão tenha perdido importância nas formas atuais de dominação do capitalismo. Muito pelo contrário: para ter um simples exemplo disso, na França que é mostrada por muitos como um exemplo de país democratic, de país civilizado, quando começou o protesto dos chamados coletes amarelos, o governo Macron em um mês prendeu mais de mil manifestantes, e a França protagonizou cenas de violência brutal da polícia contra os manifestantes. Basta acontecer alguma crise política, levante popular ou tentativa de revolução que a resposta da burguesia vai ser sempre um mar de sangue e de brutalidade.
Do ponto de vista histórico os comunistas sempre foram Defensores da Paz. Na época do movimento operário social-democrata, no período da segunda internacional, enquanto os revolucionarios como Clara Zetkin, Rosa Luxemburgo, Lenin, Trotsky eram contra a política Colonial dos Estados capitalistas em África e em Ásia, os reformistas eram a favor. Então Eduardo Bernstein, por exemplo, defendeu o colonialismo do Estado alemão em África, e dizia que era legítimo: que o Estado alemão estava buscando seus interesses. A revolucionária Rosa Luxemburgo sempre foi contra a política colonial e defendeu os povos de África contra a ganância do estado dos monopólios na Alemanha. Na primeira guerra mundial enquanto os reformistas foram totalmente a favor da guerra e se dedicaram a chamar os trabalhadores para matar os Trabalhadores de outros países, os evolucionários foram totalmente contra a Guerra. Lenin, Rosa Luxemburgo, Trotsky, Stalin e tantos outros chamados de violentos, de repressivos Foram contra a primeira guerra mundial: denunciaram a guerra como uma guerra inter-imperialista que visava a conquista colonial do mundo. Ao final da segunda guerra mundial os grande movimentos que passaram para a história em defesa da Paz e contra as guerras, foram protagonizados pelos comunistas: movimento contra a guerra da Coreia, contra a agressão do colonialismo francês na Argélia, movimento contra a guerra no Vietnã e uma série de campanhas mundiais pela paz tiveram uma participação fundamental nos comunistas. Aliás por falar em comunistas enquanto os partidos social-democratas da Europa, ou apoiaram diretamente ou fingiram que não viram a política do imperialismo estadunidense de promoção de golpes de estado na América Latina, Os Comunistas não so eram os principais perseguidos por essas ditaduras militares como tiveram um papel fundamental no processo de volta da Democracia burguesa. Na história real do século 20 - Essa era dos extremos, Como dizia o saudoso Historiador Eric Hobsbawn - os social-democratas não eram a favor da Paz. Eles defendiam evidentemente a democracia burguesa no seu país, mas eram totalmente entusiastas da política colonial e da política de guerra do imperialismo em toda a periferia do sistema capitalista. O historiador e filósofo italiano Domenico Losurdo criou até um conceito para tratar dessa realidade: ele chamou essa esquerda de esquerda Imperial: ou seja, era uma esquerda que na França, na Inglaterra, nos Estados Unidos, no Canadá e vários outros países defende uma política democrática e de paz, mas apoiam o seu estado burguês e os seus monopólios capitalistas na exploração no saque, na repressão de toda a periferia do sistema, e obtem beneficios desses super-lucros que os seus paises – enquanto paises centrais do capitalismo – conseguem obter. De forma que, na historia real do capitalism, onde existiu um movimento forte pela paz, esse movimento foi protagonizado ou no mínimo tinha uma intensa participação dos comunistas.
Nós não temos nenhum tipo de fetiche pela violência. Rosa Luxemburgo, Lenin e vários outros revolucionários criticaram abertamente os terroristas. Na Rússia por exemplo existe uma cultura política muito forte de terrorismo de esquerda: intelectuais que compreenderam que grandes atos Como matar um primeiro-ministro iria despertar as massas para luta. Lenin sempre combateu esse tipo de concepção, e defendeu que o terrorismo não tem nenhum tipo de capacidade mobilizadora, e muito mais importante do que mataram o primeiro-ministro é conseguir organizar e educar politicamente a classe operária para compreender que dentro do capitalism, dentro dessa forma de estado burguês ela não conseguiria alcançar os seus objetivos fundamentais. A defesa dos comunistas da violência revolucionária é uma defesa fundamentada numa compreensão crítica e real do que e a dinâmica do capitalism, mas que não está faltando nenhum tipo de fetiche da violência ou sede de sangue. Dois exemplos para terminar são suficientes para ilustrar isso: durante a segunda guerra mundial o exército japonês era famoso por sua brutalidade: era um exército que não fazia prisioneiros: todas as vezes que conseguiram conquistar uma região da China, eles matavam todo mundo e antes de matar as mulheres faziam rodadas de estupros coletivos. Já as forças de resistência Nacional da China, dirigidas pelo partido comunista não apenas não matavam os prisioneiros de guerra japoneses, como faziam um trabalho de educação política com eles: faziam agitação e propaganda contra a guerra imperialista: contra O Extermínio entre os membros da classe trabalhadora. Muito desses prisioneiros eram soltos, voltavam para o exército japonês e continuavam reproduzindo a propaganda anti-Guerra ao ponto que a partir de 1944 o exército japonês começou a fuzilar todos os soldados que foram presos pelo exército chinês e depois de liberados, pois segundo o auto commando military do japao, os comunistas são muito perigosos e qualquer pessoa que tenha contato com eles, está contaminada pela ideologia do pacifismo. Outro exemplo muito importante é a demonizada república democrática popular da Coreia: Coreia do Norte. E dito que esse país é um país militarista, violento, que promove a Guerra. Na realidade a milenar nação coreana Foi dividida em duas pelo imperialismo estadunidense em uma guerra que matou mais de 2 milhões de coreanos. Depois que foi assinado o armistício - como uma especie de pausa na Guerra - os Estados Unidos mantêm - dos anos 50 até hoje - mais de 30 mil soldados divididos entre o Japão e a Coreia do Sul apontados para Coreia do Norte - inclusive armas nucleares nessa região - e ameaça constantemente o país com uma nova guerra de destruição neocolonial. A Coreia do Norte conseguiu desenvolver um importante poder bélico, se amar, inclusive desenvolver armas nucleares, e é graças ao fato de a Coreia possuir armas nucleares e um poderoso exército que até hoje não aconteceu uma nova guerra na região. A capacidade de armamento da economia norte-coreana, fruto principalmente da sua economia planificada, garante a paz na região. Exemplos significativo disso é a Líbia quando era governada por Gaddafi. Gaddafi tinha um projeto da bomba atômica da Líbia. Por pressao do imperialismo Caddafu desistiu desse projeto. Pouco tempo depois estáva a OTAM invadindo a Líbia, destruindo o país que tinha o maior IDH (Indice de desenvolvimento humano) da África, deixando o país em um mar de sangue e caos como está até hoje.
O militarismo na Coreia do Norte é fundamental para a paz, até porque a questão da Paz e da Guerra não deve ser entendido de forma mecânica, mas de forma de dialetica. No mundo dominado pelo imperialism, se armar é uma garantia de paz dos povos que lutam por sua emancipação. O imperialismo só entende a linguagem da força. “E se quer garantir-se a paz, prepare-se para a Guerra.” Como muito bem disse Plínio de Arruda Sampaio (ex-membro do Partido Socialismo e liberdade, PSOL) na Saudosa campanha presidencial de 2010 (Brasil), ninguém deveria ter armas atômicas, mas se os Estados Unidos tem armas atômicas, se Israel tem armas atômicas, outros povos em sua defesa também tem direito de ter. Em síntese os revolucionários não são violentos sedentos de sangue, promotores da violência. Nós somos contra as guerras imperialistas, as invasões neocoloniais; somos linha de frente no Combate à violência cotidiana do Estado burguês contra a classe trabalhadora, mas não idealizamos as condições da dominação de classes no capitalism. Compreendemos que a violência é um dado estrutural do sistema capitalista que a classe dominante - Especialmente na periferia do capitalism - nunca vai entregar seu poder em forma pacífica e que a violência revolucionária dos trabalhadores e suas organizações é uma necessidade histórica intransponível na conquista do poder político pelos trabalhadores e da construção do novo mundo: o mundo socialista! Aliado a isso, compreendemos que as experiências de transição socialista necessitam criar um forte aparato de defesa para se proteger de todos e cada um dos ataques do imperialism. Ao contrário do pensa Gregorio Duvivier e vários teóricos e líderes politicos, defender um pacifismo abstrato não vai fazer com que a violencia real deixe de existir.
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Marcel Guzmán de Rojas Confirma Críticas al Informe de la OEA

Marcel Guzmán de Rojas Confirma Críticas al Informe de la OEA
(Versión original en inglés.)
El otro día, publiqué un post con una explicación de las causas de la suspensión del TREP (versión en español), que fue furiosamente aprobado y desaprobado por partes iguales, dependiendo mayormente de las preferencias políticas previas de la persona que lo juzgaba. El día anterior, envié un correo electrónico a Marcel Guzmán de Rojas, el desarrollador y administrador del sistema de computación de votos utilizado el día de las elecciones, quien según dicen los medios bolivianos ha huido a Rusia, explicándole por qué pienso que el informe final de la OEA no tiene ningún sentido y por qué debe hacer una refutación. Para mi gran sorpresa, él me respondió:

\"Gracias por su email. Usted está en lo cierto. El problema es que nadie me va a creer. ¿Quién es? Saludos, Marcel\"
(Si conoce una manera más convincente de mostrar un correo electrónico para que no sea descartado de plano por partidarios deshonestos, que me la avise.)
A continuación el correo electrónico que le envié para obtener esa respuesta:
(Nota: Para leer la versión original, que está en inglés, haga clic aquí.)
Sería de mucho valor que usted hiciera una refutación pública al informe de la OEA. Hace aproximadamente un mes salió varias veces en los medios de comunicación, siempre con información muy útil y esclarecedora, pero no he visto nada de usted desde entonces. La OEA se ha enfocado mayormente en las rupturas de procedimiento relativas al sistema informático y en particular lo ha criticado duramente a usted, alegando una y otra vez que ha ocultado deliberadamente información con el fin de ocultar el presunto fraude. Aunque hay mucha transparencia sobre los datos electorales - quizá demasiada, me pregunto a veces - es muy poco transparente el sistema informático. Aparte del informe de Ethical Hacking, sus informes al TSE son los únicos documentos que proporcionan una explicación del sistema informático independiente de la OEA.
En una de sus apariciones en los medios de comunicación, usted dijo que pensaba que la auditoría de la OEA sería "muy positiva" porque diferenciaría los argumentos legítimos de fraude de los falaces, siendo estos últimos mucho más numerosos que los primeros. Supongo que se refería a fraude real - recuentos de votos falsos, documentos falsos, etc - y no a una letanía de críticas puntillosas sobre cómo usted cambió una sola línea de código en un archivo Java o arregló un error de la base de datos utilizando un comando SQL, todo lo cual probablemente ocurrió en muchas elecciones anteriores elogiadas por la OEA. Siempre que reviso las hojas de cálculo para ver actas de las que hubo alguna queja de procedimiento, me parece que los datos representan con precisión lo que está en la imagen del acta. Muchos de los argumentos de la OEA son de procedimiento, pero los procedimientos no son metas en sí mismos - son instrumentos para guiar el proceso hacia el resultado correcto. Es absurdo usar argumentos de procedimiento para desacreditar una elección cuando hay una montaña de datos públicos que pueden usarse para verificar los resultados.
Sospecho que la mayoría, si no todas, de las "irregularidades" del sistema informático que ha criticado la OEA tienen explicaciones bastante banales. Por ejemplo, se ha hablado mucho de la falta de metadatos EXIF en la mayoría de las fotos TREP, pero su explicación - que un paquete gráfico que había utilizado para girar y/o comprimir las imágenes había borrado los metadatos - tiene mucho sentido. Con sólo chequear el tamaño del archivo #50999, se nota que es aproximadamente 3-4 veces más grande que la gran mayoría de las otras fotos TREP, lo que apoya totalmente su explicación de que el proceso de compresión fallaba en ciertas ocasiones. Es más, tiene mucha lógica la compresión de las fotos, ya que facilita la replicación rápida de los datos a los otros servidores de aplicaciones. En el fondo del informe final de la OEA, reconocen a regañadientes su explicación, pero también dan una explicación algo incompleta de los hechos, además de uno o dos malos consejos. Sin embargo, críticamente: uno no puede entender realmente lo que sucedió con los metadatos EXIF sin leer el informe de usted. Supongo que esto también es cierto para otros aspectos criticados - especialmente los servidores bo1/bo20, que según la OEA fueron utilizados para introducir datos fraudulentos al servidor primario de aplicación TREP, pero soy extremadamente escéptico al respecto.
Sin embargo, tengo que preguntarle: ¿cuál fue la justificación que dio el TSE para bo20? Debido a sus preocupaciones por el servidor bo1 no monitoreado y el aumento de tráfico que causó la alerta de Ethical Hacking, uno pensaría que simplemente usarían uno de los otros servidores perimetrales aprobados. En el informe de Ethical Hacking, se explica la existencia del bo1 diciendo que "[los vocales] querían ver primero los resultados antes de ser publicados". ¿Es esa la razón de todo esto? Querían ver primero los resultados? ¿O es que Ethical Hacking malinterpretó lo que se dijo? Por la explicación de bo1 que dio usted, parece que fue simplemente un descuido mantenerlo activo, lo que parece absolutamente plausible. Pero si es así, ¿por qué se accedió varias veces al servidor el día de las elecciones, mucho antes de la alerta de Ethical Hacking que parece haber precipitado todo el desastre? (Me imagino que usted está bastante frustrado con el Ethical Hacking. Al final de uno de sus informes, dice que la presencia de Ethical Hacking puso carga adicional a su empresa, y en otra parte dice que si el uso de bo1 se consideraba una anomalía, deberían haberle notificado más temprano. Parece que si no hubieran lanzado una alerta errónea en el peor momento posible, el proceso electoral habría ido sin muchos problemas.)
También le tengo otra pregunta: en su informe del 28 de octubre, usted dice que el aumento del tráfico desde el bo1 a las 19:30 de la noche de las elecciones no fue anormal. Sin embargo, Ethical Hacking insiste en que lo fue porque, según ellos, el servidor estaba generando '30000 peticiones cada 30 segundos' y que esto sería imposible porque sólo hay 350 operadores de SERECI. Si todas esas peticiones fueran de los operadores de SERECI y los 350 estuvieran trabajando a su máxima tasa de 'dos actas por minuto', esto significaría que cada acta representaba como 86 peticiones. ¿Es eso normal o anormal? Es difícil saber cuántas peticiones se podrían esperar porque esta cifra de '30000 peticiones cada 30 segundos' es la única descripción cuantitativa del tráfico de peticiones que he encontrado.
En cualquier caso, la historia de la OAE de los 'servidores ocultos' no tiene nada de sentido para mí. ¿Por qué se querría manipular el recuento preliminar no oficial, excepto quizás para dar credibilidad a un recuento oficial igualmente manipulado? Y ¿por qué manipular un servidor perimetral que ni siquiera es el almacén central de datos e imágenes TREP? Creo que lo único que se podría hacer es enviar datos de transcripción erróneos al servidor de aplicaciones, pero me imagino que cualquier discrepancia sería rastreable, y si existiera, la OEA la habría citado. ¿Hay alguna afirmación creíble de que las imágenes de actas del servidor primario de aplicaciones TREP fueron modificadas? En uno de sus informes, usted dijo que inicialmente se opuso a la instalación del agente monitor porque podría provocar conflictos con su software y que no quedaba tiempo suficiente para probar la nueva configuración. Si este programa de monitoreo habría frustrado el supuesto complot del TSE de manipular las elecciones, entonces ¿por qué ordenó el TSE su instalación? Además, en su informe dice que durante la reunión con los vocales del TSE en la noche de las elecciones, los vocales citaron la presencia de este 'servidor oculto' como una justificación para suspender el TREP. ¿Entonces su pretexto para suspender el TREP fue la presencia de su propio 'servidor oculto'? Es completamente absurdo. ¿Por qué insiste la OAE en usar todos esos argumentos procedimentales, la mayoría de los cuales sólo están relacionados con los servidores TREP, cuando presuntamente tienen logs de todos los cambios hechos a las bases de datos en los servidores de aplicaciones? ¿No se publicaron y actualizaron los datos cada tres minutos? ¿No pueden revisar los cambios hechos? ¿No hay un montón de copias, tanto digitales como físicas, de estas actas? Dado todo eso, sus escuetas pruebas me inspiran mucha desconfianza.
Por ejemplo, la OEA dice lo siguiente en la página 4 de su informe final:
"El TSE contaba con un servidor principal (BO2), su respectiva contingencia (BO2S) y uno para publicar (BO3). Se mintió deliberadamente al decir que se utilizó el servidor BO3 puesto que el servidor utilizado para la publicación no fue este ya que al momento de auditarlo, tenía menos actas que las publicadas. Se constató inconsistencias entre las bases de datos de los servidores BO2 y BO3."
En su informe del 4 de noviembre, explica que había problemas en el proceso de replicar los datos TREP a los demás servidores de aplicaciones y que eligió usar los datos del primer servidor en esa cadena de replicación, el servidor de aplicaciones primario (bo2), para que los resultados publicados fueran los más completos y actualizados. Esto me parece totalmente razonable dado el estado de los acontecimientos, pero la OEA lo tergiversa en su informe, alegando que el TSE mintió deliberadamente, dando a entender que intentaba ocultar algún tipo de malversación.
Hay innumerables ejemplos como ése, pero si queremos uno más: siembran sospechas al decir que 'bo1' permaneció activo después de que se suponía que se había apagado, pero cuando citan tres páginas de logs de nginx del 25 de octubre, todas las entradas son errores 404. o ¿qué tal esos logs ssh de bo1 del día de las elecciones en los que alguien, quizás usted, se conecta, lee el archivo de configuración de nginx, hace 'grep' en el archivo dos veces, se desconecta, vuelve a conectarse, lee el mismo archivo de configuración que antes, y luego se desconecta de nuevo. Al parecer, el único cambio real que muestran es que se hizo una copia de respaldo de las claves ssh aprobadas de ec2-user. Francamente, es imposible leer estas cosas y no llegar a la conclusión de que la OEA está obrando de mala fe y que tiene la intención de engañar al público en lugar de informarlo.
Usted parece ser una persona sincera a la que le importa la democracia y la verdad. Ambas están siendo pisoteadas. Hay una gran necesidad de una refutación a las acusaciones del informe de la OEA sobre el sistema informático. Sin ella, las interpretaciones falsas y engañosas de la OEA no serán cuestionadas. (Además, ¡gran parte de su informe está dedicado a calumniarlo implícita o explícitamente, como ya debe de saber!)
(Nota: Le escribí antes de encontrar el informe completo de Ethical Hacking, por lo que puede haber pequeños puntos de diferencia con mi post narrativo. Además, huelga decir que en el correo electrónico me expresé de tal forma para obtener una respuesta de él.)
Le respondí con la pura verdad: que soy un don nadie obsesivo con demasiado tiempo libre, lo que creo que ha garantizado que nunca volverá a hablar conmigo. Espero que un día de estos cuente su historia y desmienta el nefasto informe de la OEA. Si hay justicia, las personas que han sido arrestadas a causa de ese informe serán puestas en libertad, pero no tengo muchas expectativas de eso.
(Actualización: Hay una parte extremadamente reveladora del informe final de la OEA. La escondieron en la parte más profunda del documento, en las p81-82, donde pocos periodistas se aventuran:
Al digitar las actas y al tener en cuenta las observaciones que estas incluyen, se tomó nota de que la cantidad de votos asignados a cada partido político en el cómputo oficial coincidió en 34,495 imágenes de actas (99.8%). Este dato se refiere solo a los votos asignados a los partidos y no tiene en cuenta la sumatoria total de la votación plasmada en cada acta ni la comparación de estos números con el total de votos emitidos (registro de ciudadanos en la lista índice) o el total de votos válidos registrados en las casillas correspondientes. En este ejercicio no se verificó que los documentos incorporados al sistema de cómputo fueran genuinos ni se descartaron las actas que el equipo de peritos calígrafos identificó con irregularidades y/o manipulación. (Su énfasis, no el mío.)
En otras palabras, los votos digitalizados en el sistema informático reflejan fielmente las imágenes de actas en casi todos los casos. De un total de 34.555 actas, sólo 60 actas no coinciden, y si hubiera algún sesgo significativo en esas 60 actas, absolutamente lo habrían mencionado. Si los votos claramente no fueron manipulados, entonces la única manipulación de datos posible sería de las propias imágenes digitales de actas. Sin embargo, hay un montón de copias físicas de estos documentos en circulación, ya que se hicieron y distribuyeron múltiples copias de cada acta, y nadie ha podido demostrar discrepancias entre ellas y las imágenes de la página web. Además, el sistema del cómputo oficial estuvo bajo monitoreo en todo momento, y en el TREP, que suministró al cómputo 1575 imágenes de actas - la gran mayoría del extranjero, como se había planeado - la pasarela por la que estas imágenes entraron al sistema TREP estuvo monitorizada en todo momento durante el proceso electoral y el servidor de aplicaciones que recibió las imágenes y las almacenó también lo estuvo. Si hubiera alguna evidencia de que estas imágenes fueron manipuladas o reemplazadas, seguramente estaría en los voluminosos logs que Ethical Hacking entregó a la OEA, que tienen base en el monitoreo en tiempo real de todos los archivos historiales relevantes en todos los servidores importantes. Si Ethical Hacking pudo identificar tráfico de verificación de actas desde BO1 el día de las elecciones con sólo las notificaciones de su software de monitoreo, la OEA debería poder utilizar los logs para determinar si BO1 o BO20 envió tráfico que no era de verificación de actas. También se me ocurren otras ideas, como la de contar las actas recibidas por las pasarelas monitorizadas, y luego comparar ese número con el de las actas recibidas por el servidor de aplicaciones primario. Y bueno, en su primer informe, Guzmán de Rojas incluso dice, "Tanto en el TREP como en el Cómputo, SIMOBOL (su software electoral) mantiene un historial de todas las operaciones realizadas a cada acta." Parece que hay demasiados datos como para tener que depender completamente de procedimentalismo. Y las otras posibilidades - como, por ejemplo, un sofisticado ataque de intermediario en el que las imágenes de actas fueron reemplazadas en tránsito o la corrupción masiva de los operadores de transmisión - no tienen ningún sentido para mí. En resumen, creo que las acusaciones de manipulación de datos son totalmente infundadas.)
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Ni los contribuyentes alemanes están pagando las pensiones griegas, ni Grecia está mareando la perdiz. Artículo de Alexis Tsipras donde justifica por qué es impensable para el gobierno de Syriza recortar las pensiones

Traduzco el artículo, extractándolo un poco, de Alexis Tsipras publicado antes de ayer por la noche en el rotativo alemán Der Tagesspiegel
Y remarco lo esencial: por qué el gobierno de Syriza se niega a recortar las pensiones. Ante tanta información sesgada, y catastrofista, que llega aquí, es bueno ir a las fuentes originales:
EL CONTRIBUYENTE ALEMÁN NO FINANCIA A GRECIA. Artículo invitado de Alexis Tsipras
Durante una negociación, el intercambio de argumentos es legítimo siempre y cuando haya sinceridad y buena fe entre las partes.
(Pero) es injusto utilizar selectivamente índices estadísticos, aunque se presenten como prestigiosos y vengan respaldados por economistas distinguidos, como Olivier Blanchard (...).
Me gustaría rectificar un mito popular que está muy extendido entre el contribuyente medio alemán: a saber, que está pagando los salarios y las pensiones del pueblo griego. Esto es absolutamente falso.
No niego que nuestro sistema de seguridad social tiene problemas. Pero es importante señalar la raíz de esos problemas y cómo se pueden resolver. Ha habido muchos recortes en los últimos años, y sólo sirvieron para promover la recesión y hacer que el problema sea aún mayor.
Usar estadísticas parciales que compara las pensiones de Grecia y Alemania es bastante engañoso. Según los informes demográficos generales, el gasto en pensiones en Grecia aumentó de 11,7% del PIB en 2007 (en Alemania estuvo en un 10,4%), y alcanzó el 16,2% en 2013 (mientras que en Alemania las cifras se mantuvieron casi estables).
¿Qué causó este aumento? ¿Fue debido acaso a un aumento de los pensionistas, o a un aumento de la cuantía de las pensiones? La respuesta es no. El número de pensionistas ha permanecido esencialmente sin cambios, y las pensiones se han reducido drásticamente debido a las políticas implementadas.
Una simple aritmética indica que el aumento del gasto en pensiones como porcentaje del PIB se debe a la caída del propio PIB (el denominador), y no a un aumento del gasto (el numerador).
(...) La alteración más significativa en los fondos de pensiones se debe a la caída de los ingresos, a causa de la pérdida de activos debido a los crecientes intereses de los bonos griegos, así como -y esto es lo más importante- por la fuerte caída de las cotizaciones a causa del incremento del desempleo y la reducción de los salarios.
En particular, durante el período 2010 - 2014, aproximadamente 13 mil millones de euros fueron retirados de nuestro sistema de seguridad social, con la correspondiente reducción de las pensiones y prestaciones a un ritmo de alrededor del 50%. Este hecho ha agotado cualquier margen para reducciones adicionales sin poner en peligro el núcleo operativo del sistema.
También me gustaría llamar la atención sobre una cuestión que es fundamental en la crisis griega. El sistema de seguridad social actúa como mecanismo de solidaridad intergeneracional, y su sostenibilidad es una preocupación principal para la sociedad en su conjunto. Tradicionalmente, esta solidaridad ha significado que los jóvenes, a través de sus contribuciones, financian las pensiones de sus padres. Sin embargo, durante la crisis griega, hemos sido testigos de que esta solidaridad se ha invertido, y de cómo las pensiones de los padres financian la supervivencia de sus hijos. Las pensiones de las personas mayores a menudo son el último refugio para familias enteras que tienen sólo uno o ninguno de sus miembros trabajando, en un país con una tasa del 25% de desempleo entre la población general, y del 50% entre los jóvenes.
Ante tal situación, no podemos adoptar la lógica de los recortes ciegos y horizontales, como algunos nos han pedido que hagamos. Eso generaría consecuencias sociales dramáticas. Y, por otro lado, no somos indiferentes a la situación actual de nuestro sistema de seguridad social, y estamos decididos a asegurar su sostenibilidad.
El gobierno griego presentó propuestas específicas relativas a la reorganización del sistema de seguridad social. Nos pusimos de acuerdo para la abolición inmediata de la opción de la jubilación anticipada que aumenta la edad media de jubilación, y estamos comprometidos a avanzar de inmediato con la consolidación de los fondos de pensiones, lo que reduce sus gastos de operación (...).
Como analizamos en detalle durante nuestras conversaciones con las instituciones europeas, estas reformas aseguraran la sostenibilidad del sistema. Pero como ocurre con todas las reformas, sus resultados no serán evidentes de un día para otro. La sostenibilidad requiere una perspectiva a largo plazo, y no puede estar sujeta a criterios fiscales estrechos, cortoplacistas, (por ejemplo, la reducción del gasto en un 1% del PIB en 2016).
El primer ministro británico Benjamin Disraeli solía decir que hay tres clases de mentiras: las mentiras, las malditas mentiras y las estadísticas. No permitamos que un uso obsesivo-compulsivo de los índices estadísticos destruya la posibilidad de un acuerdo global, tras tantas e intensas negociaciones. La necesidad de ese acuerdo recae en nuestros hombros.
http://www.tagesspiegel.de/politik/alexis-tsipras-im-tagesspiegel-gastbeitrag-von-alexis-tsipras-deutsche-zahlen-nicht-fuer-griechen/11931320.html
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¿ ES JUSTA LA LEY DE LA VIOLENCIA DE GÉNERO ?

Todos hemos de aspirar a una igualdad plena, efectiva y real en derechos y oportunidades entre todos los integrantes del género humano, hombres y mujeres. Sin embargo, la Ideología de Género, que no el conjunto del feminismo, no es eso lo que anhela. Su horizonte real es la destrucción del amor heterosexual.
La Ideología de Género ha sido asumida por el Estado y su propósito no es otro que el de imponer a toda la sociedad los principios y valores de esa ideología siendo la promoción de "la guerra de sexos" la base de su estrategia:
Es decir, victimizar a las mujeres haciendo de estas seres humanos menores de edad que precisan de la protección y de la tutela del Estado a perpetuidad.
Todo ello bajo un pensamiento que menosprecia profundamente a las mujeres disfrazado de feminismo.
Y por otra parte, se criminaliza al hombre heterosexual, presentándole como un ser innatamente violento y primitivo. Para ello se torna fundamental asociar la virilidad a la violencia e inocular esa idea al subconsciente colectivo.
La guerra de sexos, promovida por esta nefasta ideología, por los medios de comunicación y por todas las estructuras del Estado, se cristaliza en leyes tales como la Ley de la Violencia de Género.
Esta ley, lejos de hacer disminuir la violencia entre las parejas heterosexuales, paradójicamente la incrementa exponencialmente.
Se despoja al hombre, por el hecho de serlo, de un derecho fundamental como lo es el de la presunción de inocencia y se le deja a merced de la mujer que, en función de sus escrúpulos, se puede ver a sí misma con la libertad suficiente para chantajear a su pareja masculina, utilizando esto como una perversa arma para salir ventajosa de cualquier disputa dentro de la relación y/o en el seno conyugal.
Por supuesto, la inmensa mayoría de las denuncias por violencia de género son tramitadas hasta el límite de sus recorridos procesales y se presumen verosímiles, lo sean o no, puesto que el hombre no goza del derecho a la presunción de inocencia para este tipo de supuestos, como hemos apuntado antes.
Es extremadamente sangrante que el propio Observatorio para la Violencia de Género presione a los jueces para que emitan sentencias en una determinada dirección y que obviamente no es necesario decir en cual.
Los jueces para estos casos priorizan su propia ideología si son "radicales de género" o ceden a presiones externas. Los hechos y las pruebas quedan en un segundo plano.
Por muy pulcro, decente e imparcial que llegara a ser un juez, siempre será difícil para él sentenciar a favor de un varón por muy convencido que estuviera de que es inocente.
La mas mínima posibilidad de que al hombre denunciado, algún día, se le llegaran a “cruzar los cables” de verdad, significaría arriesgar su carrera. Dado que, en tal caso, todo el buitrerío mediático se abalanzaría inmediatamente sobre él.
Dicho eso, para el buen funcionamiento de esta maquinaria atroz, no solo cobra un papel importante la judicatura sino también otros sectores profesionales tales como médicos, policías o la abogacía que mayoritariamente han sido alienados por la propaganda de género.
Por ejemplo, en los casos de divorcio , los abogados de las mujeres, pero también los fiscales, chantajean a los hombres dándoles a escoger entre acusarles de malos tratos hacia sus ex esposas -por muy inocentes que estos sean- o ceder a la mujer la custodia de los niños y/o todas las posesiones materiales que pertenecían al matrimonio : coche, vivienda, cubertería…, obligándoles, además, a reconocer, de manera mas o menos implícita, su supuesta culpabilidad si desean evitar ingresar en prisión.
Normalmente, por supuesto, los hombres víctimas de esta inmensa injusticia, se decantan por esta segunda opción.
De hecho, entre los abogados de las mujeres se ha popularizado una práctica conocida como “la bala de plata”: Se trata de acusar falsamente al ex miembro masculino de la pareja de abusar sexualmente de sus propios hijos para terminar de destruirle la vida a todos los niveles en el caso de que ofreciera demasiada resistencia a ceder a las demandas de la mujer.
Saben que lo pueden hacer porque a esos niños raramente les examinará un médico forense. Normalmente basta con la palabra de la mujer.
En cualquier caso, la mayor perversión de todas se halla en el propio texto legal. Aplicando estrictamente esta legislación un hombre tetrapléjico podría ir a la cárcel si se le ocurriera mirar mal a su esposa. Esto no es una exageración.
De hecho, ya existe el caso de un hombre que fue detenido, cumpliéndose escrupulosamente la legislación vigente, por el grave delito de haberse tirado un pedo delante de su mujer. Quiero subrayar que este es un caso completamente real.
El juzgado número tres de Valencia llegó a pronunciarse en los siguientes términos: “Los hechos han quedado acreditados por la declaración de la denunciante.Por lo que a pesar de las manifestaciones que hace el denunciado de no encontrarse en Valencia cuando ocurrieron los hechos resulta más convincente la declaración de la denunciante, la cual, es totalmente coherente con la declaración en el juzgado y en la comisaría. Así mismo, no existe razón para interponer la denuncia si los hechos no hubieran ocurrido”.
Es decir, el argumento para incriminar a un hombre es el de que, básicamente, la declaración de la mujer tiene más credibilidad en base a nada en absoluto. Ello lleva implícita la idea de que la mujer no es capaz de mentir, por lo que ,en consecuencia, no es libre. Esto último es una pretensión básica de la ingeniería social de género.
Tampoco podemos perder de vista el hecho probado y que es ocultado deliberadamente, de que el índice de asesinatos cometidos por los hombres contra las mujeres, en términos porcentuales, se da mayoritariamente en España entre la población inmigrante.
Muchas de esas personas provienen de culturas donde la violencia es socialmente más aceptada, es mas cotidiana que en la nuestra y en las que, efectivamente, se puede dar con mayor facilidad un maltrato hacia la mujer con un cariz netamente misógino.
También resulta clave para entender ese fenómeno, el ser conscientes de que la problemática del desarraigo es un factor importantísimo a tener en cuenta y que actúa en contra de cualquier inmigrante, siendo este el causante de muchas violencias.
Por el efecto de la crisis económica, una parte importante de esa población ha regresado a sus países de origen y a resultas de lo cual, el número de asesinatos que son considerados como violencia machista o violencia de género ha descendido significativamente desde el año 2008 entre este tipo de población.
Esto representa un problema para la cruzada propagandística de la Ideología de Género puesto que literalmente necesita un número mínimo anual de mujeres asesinadas para mantener adecuadamente su discurso, para la percepción de subvenciones públicas y para continuar obteniendo un consenso social en relación con sus postulados.
Además, nos hacen comulgar a todos con el dogma de que la violencia en el ámbito de las parejas heterosexuales es atribuible a una sola causa: el machismo.
Cuando, en realidad, es la violencia estructural del sistema, cuya primera norma es el “tanto tienes tanto vales”, la que genera las condiciones para que afloren la mayor parte de los malestares y de los resentimientos.
Está prohibido pensar que fenómenos como el alcoholismo, la drogadicción, las dificultades económicas o el desempleo puedan tener alguna relación con este tipo de violencia, cuyo único responsable ha de ser, por supuesto, el hombre heterosexual convenientemente satanizado.
Cuando, por ejemplo, estadísticamente, son las madres las que asesinan más a sus propios hijos que los padres. Pero casi no hace falta decir que ese dato nunca aparecerá destacado en los medios de comunicación.
Si nos quitamos las gafas de la propaganda de género, nos veremos forzados a admitir que en realidad, cuando existe violencia entre una pareja, esta se ejerce por parte de los dos miembros a unos niveles muy parecidos como norma general.
Porque esta realidad se produce bajo el contexto de un sistema intrínsecamente violento. Sí es preciso matizar que en un enfrentamiento físico directo, la mujer puede salir peor parada puesto que el hombre generalmente tiene más fuerza física.
En cualquier caso, la mujer también puede ejercer y de hecho ejerce, otros tipos de violencia contra el hombre muy agresivos. Especialmente en el aspecto psicológico. Eso no significa que no se oculten a la sociedad los asesinatos de hombres a manos de mujeres.
Tampoco podemos olvidar que en la gran mayoría de los procesos de separación o divorcios, normalmente, los hombres salen muy mal parados a causa de las sentencias judiciales.
En el periodo anterior a la reforma de la ley, la guardia y custodia de los hijos menores de edad era concedida a la mujer en el 93 % de los casos. Y hoy en día, a pesar del crecimiento del número de custodias compartidas, fruto de la lucha de muchos hombres, el cuidado y la manutención de los hijos continua siendo mayoritariamente concedidos exclusivamente a las mujeres.
En la mayoría de los casos, el hombre sigue siendo el único que ha de pagar por una pensión de alimentos, el único que paga una hipoteca, la mujer se convierte, de manera automática, en la única propietaria del que fue el hogar conyugal etc.
Sufren unos grados de humillación tan enormes que en muchos casos esto hace que no sean capaces de reconducir su vida. Por ello, reacciones de resentimiento y de odio hacia sus ex parejas son humanas y explicables.
Tristemente, esas circunstancias, pueden derivar en tragedias aún mayores, por ejemplo, en un asesinato. Es un profundo error buscar la causa primera de esos sucesos en el interesado y falso cajón de sastre del “machismo” en lugar de en el engranaje asesino de la abominable Ideología de Género.
Con todos estos mimbres, es extremadamente sencillo publicar estadísticas que avalen el relato del maltrato machista como un problema generalizado y extendido y que legitimen a la Ideología de Género como la solución al problema.
Estas estadísticas manipuladas y tendenciosas, son un arma poderosísima para todo el entramado de la Ideología de Género.
No solamente porque respaldan a esta última sino que, además, les permiten ridiculizar y minimizar el sufrimiento de miles de hombres diciendo que son casos aislados o que son exageraciones de machistas ultramontanos que reaccionan negativamente ante toda conquista de la mujer.
De hecho, aspiran a equiparar a todo aquel que ponga en tela de juicio todo este tipo de cuestiones con los negacionistas del holocausto judío , con los apologistas del terrorismo o con cualquier otra conducta de esas características. De hecho, ya se está urdiendo una reforma de la legislación en ese sentido.No vaya a ser que aparezca demasiada gente diciendo que “el emperador va desnudo”.
Y para que quede absolutamente claro: no seré yo quien niegue la existencia de mujeres auténticamente maltratadas. Por supuesto que hay mujeres en esa situación.
A diferencia de las y los feminazis, que tratan de relegar al ostracismo a miles de hombres víctimas de su ideología, no haré un intento de minimizar la gravedad de ese tipo de actos.
Lo que ocurre es que la Ideología de Género, junto a sus poderosos aliados, se aprovecha de las mujeres realmente maltratadas para imponer su régimen de terror. Esta ley no contempla el asesinato de una prostituta a manos de un hombre como violencia de género porque este acto no se contextualiza dentro de una pareja. Lo cual demuestra que en el espíritu de esta ley realmente no se halla la protección a las mujeres.
También es enormemente significativo que esta ley no sea aplicable para los casos de violencia entre parejas homosexuales. Ello evidencia que esta legislación esta pensada para atacar a la heteroxesualidad.
El propio hecho de que existan tribunales específicos o tribunales de excepción para aplicar esta legislación y que se haya instaurado en España el derecho penal de autor, propio de las peores dictaduras de la historia, indica cual es el grado de perversión al que hemos llegado con un amplio consenso social inoculado por los medios de comunicación.
Se trata de allanar más el camino para la destrucción del amor heterosexual y de la familia, alentando y favoreciendo la animosidad y la violencia entre sus miembros. Puesto que sin la familia nos encontraríamos todos aún más desvalidos dentro del tiránico sistema neoliberal y, por lo tanto, seríamos aún más fáciles de controlar y por ende, mucho mas vulnerables.
No es nada inocente que resulte tan difícil encontrar el dato del número exacto de suicidios de hombres, motivados por el desamparo en el que se encuentran tras un proceso de divorcio o por el infierno que sufren por ser víctimas de una denuncia falsa por violencia de género. En cualquier caso, diversas fuentes aseguran que este número es elevadísimo: En torno a unos 3000 al año.
Las cárceles españolas se están quedando pequeñas desde la promulgación de la Ley de la Violencia de Género.
Todo el mundo conoce a alguien o tiene un conocido que conoce a otro alguien afectado por este tema. Muchos hombres tienen miedo de sus propias mujeres porque saben que lo único que han de hacer para arruinarles la vida es presentar una denuncia falsa contra ellos para la que no se las exigirá aportar ninguna prueba en ninguna fase del procedimiento y, por lo tanto, no habrá consecuencia alguna para ellas.
Vivimos en una auténtica paranoia social cuya realidad está absolutamente silenciada por los medios de comunicación de masas. Hemos entrado de lleno en un auténtico régimen totalitario: El régimen feminazi.
Muchos de los que ahora ponen el grito en el cielo, por ejemplo, por la restricción de derechos que supone la nueva Ley de Seguridad Ciudadana del gobierno, miraban hacia otro lado cuando se suprimía la presunción de inocencia a los hombres en este tipo de casos. Hay cierto grado de justicia poética en todo ello. Lo peor es que el recorte de derechos lo sufrimos toda la ciudadanía.
Resulta evidente el fracaso de las leyes y de las políticas de género. En un Estado de Derecho el fin nunca puede justificar cualquier medio, por muy legítimo que fuera el fin y menos cuando ello supone la conculcación fragante de derechos fundamentales. En tal caso, se debió legitimar el GAL.
Lo que ocurre es que, además, ni siquiera se persigue el supuesto fin, ya que, como hemos dicho, no interesa reducir demasiado el número de mujeres oficialmente víctimas de esa violencia.
Se llega a ampliar sutil, silenciosa y constantemente el concepto de violencia de género para que se contabilicen más víctimas.
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¿ ES JUSTA LA LEY DE LA VIOLENCIA DE GÉNERO ?

Todos hemos de aspirar a una igualdad plena, efectiva y real en derechos y oportunidades entre todos los integrantes del género humano, hombres y mujeres. Sin embargo, la Ideología de Género, que no el conjunto del feminismo, no es eso lo que anhela. Su horizonte real es la destrucción del amor heterosexual.
La Ideología de Género ha sido asumida por el Estado y su propósito no es otro que el de imponer a toda la sociedad los principios y valores de esa ideología siendo la promoción de "la guerra de sexos" la base de su estrategia:
Es decir, victimizar a las mujeres haciendo de estas seres humanos menores de edad que precisan de la protección y de la tutela del Estado a perpetuidad. Todo ello bajo un pensamiento que menosprecia profundamente a las mujeres disfrazado de feminismo.
Y por otra parte, se criminaliza al hombre heterosexual, presentándole como un ser innatamente violento y primitivo. Para ello se torna fundamental asociar la virilidad a la violencia e inocular esa idea al subconsciente colectivo.
La guerra de sexos, promovida por esta nefasta ideología, por los medios de comunicación y por todas las estructuras del Estado, se cristaliza en leyes tales como la Ley de la Violencia de Género.
Esta ley, lejos de hacer disminuir la violencia entre las parejas heterosexuales, paradójicamente la incrementa exponencialmente.
Se despoja al hombre, por el hecho de serlo, de un derecho fundamental como es el de la presunción de inocencia y se le deja a merced de la mujer que, en función de sus escrúpulos, se puede ver a sí misma con la libertad suficiente para chantajear a su pareja masculina, utilizando esto como una perversa arma para salir ventajosa de cualquier disputa dentro de la relación y/o en el seno conyugal.
Por supuesto, la inmensa mayoría de las denuncias por violencia de género son tramitadas hasta el límite de sus recorridos procesales y se presumen verosímiles, lo sean o no, puesto que el hombre no goza del derecho a la presunción de inocencia para este tipo de supuestos, como hemos apuntado antes.
Es extremadamente sangrante que el propio Observatorio para la Violencia de Género presione a los jueces para que emitan sentencias en una determinada dirección y que obviamente no es necesario decir en cual.
Los jueces para estos casos priorizan su propia ideología si son "radicales de género" o ceden a presiones externas. Los hechos y las pruebas quedan en un segundo plano.
Por muy pulcro, decente e imparcial que llegara a ser un juez, siempre será difícil para él sentenciar a favor de un varón por muy convencido que estuviera de que es inocente. La mas mínima posibilidad de que al hombre denunciado, algún día, se le llegaran a “cruzar los cables” de verdad, significaría arriesgar su carrera. Dado que, en tal caso, todo el buitrerío mediático se abalanzaría inmediatamente sobre él.
Dicho eso, para el buen funcionamiento de esta maquinaria atroz, no solo cobra un papel importante la judicatura sino también otros sectores profesionales tales como médicos, policías o la abogacía que mayoritariamente han sido alienados por la propaganda de género.
Por ejemplo, en los casos de divorcio , los abogados de las mujeres, pero también los fiscales, chantajean a los hombres dándoles a escoger entre acusarles de malos tratos hacia sus ex esposas -por muy inocentes que estos sean- o ceder a la mujer la custodia de los niños y/o todas las posesiones materiales que pertenecían al matrimonio : coche, vivienda, cubertería…, obligándoles, además, a reconocer, de manera mas o menos implícita, su supuesta culpabilidad si desean evitar ingresar en prisión.
Normalmente, por supuesto, los hombres víctimas de esta inmensa injusticia, se decantan por esta segunda opción.
De hecho, entre los abogados de las mujeres se ha popularizado una práctica conocida como “la bala de plata”: Se trata de acusar falsamente al ex miembro masculino de la pareja de abusar sexualmente de sus propios hijos para terminar de destruirle la vida a todos los niveles en el caso de que ofreciera demasiada resistencia a ceder a las demandas de la mujer.
Saben que lo pueden hacer porque a esos niños raramente les examinará un médico forense. Normalmente basta con la palabra de la mujer.
En cualquier caso, la mayor perversión de todas se halla en el propio texto legal. Aplicando estrictamente esta legislación un hombre tetrapléjico podría ir a la cárcel si se le ocurriera mirar mal a su esposa. Esto no es una exageración.
De hecho, ya existe el caso de un hombre que fue detenido, cumpliéndose escrupulosamente la legislación vigente, por el grave delito de haberse tirado un pedo delante de su mujer. Quiero subrayar que este es un caso completamente real.
El juzgado número tres de Valencia llegó a pronunciarse en los siguientes términos: “Los hechos han quedado acreditados por la declaración de la denunciante. Por lo que a pesar de las manifestaciones que hace el denunciado de no encontrarse en Valencia cuando ocurrieron los hechos resulta más convincente la declaración de la denunciante, la cual, es totalmente coherente con la declaración en el juzgado y en la comisaría. Así mismo, no existe razón para interponer la denuncia si los hechos no hubieran ocurrido”.
Es decir, el argumento para incriminar a un hombre es el de que, básicamente, la declaración de la mujer tiene más credibilidad en base a nada en absoluto.
Ello lleva implícita la idea de que la mujer no es capaz de mentir, por lo que ,en consecuencia, no es libre. Esto último es una pretensión básica de la ingeniería social de género.
Tampoco podemos perder de vista el hecho probado y que es ocultado deliberadamente, de que el índice de asesinatos cometidos por los hombres contra las mujeres, en términos porcentuales, se da mayoritariamente en España entre la población inmigrante.
Muchas de esas personas provienen de culturas donde la violencia es socialmente más aceptada, es mas cotidiana que en la nuestra y en las que, efectivamente, se puede dar con mayor facilidad un maltrato hacia la mujer con un cariz netamente misógino.
También resulta clave para entender ese fenómeno, el ser conscientes de que la problemática del desarraigo es un factor importantísimo a tener en cuenta y que actúa en contra de cualquier inmigrante, siendo este el causante de muchas violencias.
Por el efecto de la crisis económica, una parte importante de esa población ha regresado a sus países de origen y a resultas de lo cual, el número de asesinatos que son considerados como violencia machista o violencia de género ha descendido significativamente desde el año 2008 entre este tipo de población.
Esto representa un problema para la cruzada propagandística de la Ideología de Género puesto que literalmente necesita un número mínimo anual de mujeres asesinadas para mantener adecuadamente su discurso, para la percepción de subvenciones públicas y para continuar obteniendo un consenso social en relación con sus postulados.
Además, nos hacen comulgar a todos con el dogma de que la violencia en el ámbito de las parejas heterosexuales es atribuible a una sola causa: el machismo. Cuando, en realidad, es la violencia estructural del sistema, cuya primera norma es el “tanto tienes tanto vales”, la que genera las condiciones para que afloren la mayor parte de los malestares y de los resentimientos.
Está prohibido pensar que fenómenos como el alcoholismo, la drogadicción, las dificultades económicas o el desempleo puedan tener alguna relación con este tipo de violencia, cuyo único responsable ha de ser, por supuesto, el hombre heterosexual convenientemente satanizado.
Cuando, por ejemplo, estadísticamente, son las madres las que asesinan más a sus propios hijos que los padres. Pero casi no hace falta decir que ese dato nunca aparecerá destacado en los medios de comunicación.
Si nos quitamos las gafas de la propaganda de género, nos veremos forzados a admitir que en realidad, cuando existe violencia entre una pareja, esta se ejerce por parte de los dos miembros a unos niveles muy parecidos como norma general.
Porque esta realidad se produce bajo el contexto de un sistema intrínsecamente violento. Sí es preciso matizar que en un enfrentamiento físico directo, la mujer puede salir peor parada puesto que el hombre generalmente tiene más fuerza física.
En cualquier caso, la mujer también puede ejercer y de hecho ejerce, otros tipos de violencia contra el hombre muy agresivos. Especialmente en el aspecto psicológico. Eso no significa que no se oculten a la sociedad los asesinatos de hombres a manos de mujeres.
Tampoco podemos olvidar que en la gran mayoría de los procesos de separación o divorcios, normalmente, los hombres salen muy mal parados a causa de las sentencias judiciales.
En el periodo anterior a la reforma de la ley, la guardia y custodia de los hijos menores de edad era concedida a la mujer en el 93 % de los casos. Y hoy en día, a pesar del crecimiento del número de custodias compartidas, fruto de la lucha de muchos hombres, el cuidado y la manutención de los hijos continua siendo mayoritariamente concedidos exclusivamente a las mujeres.
En la mayoría de los casos, el hombre sigue siendo el único que ha de pagar por una pensión de alimentos, el único que paga una hipoteca, la mujer se convierte, de manera automática, en la única propietaria del que fue el hogar conyugal etc.
Sufren unos grados de humillación tan enormes que en muchos casos esto hace que no sean capaces de reconducir su vida. Por ello, reacciones de resentimiento y de odio hacia sus ex parejas son humanas y explicables.
Tristemente, esas circunstancias, pueden derivar en tragedias aún mayores, por ejemplo, en un asesinato. Es un profundo error buscar la causa primera de esos sucesos en el interesado y falso cajón de sastre del “machismo” en lugar de en el engranaje asesino de la abominable Ideología de Género.
Con todos estos mimbres, es extremadamente sencillo publicar estadísticas que avalen el relato del maltrato machista como un problema generalizado y extendido y que legitimen a la Ideología de Género como la solución al problema.
Estas estadísticas manipuladas y tendenciosas, son un arma poderosísima para todo el entramado de la Ideología de Género.
No solamente porque respaldan a esta última sino que, además, les permiten ridiculizar y minimizar el sufrimiento de miles de hombres diciendo que son casos aislados o que son exageraciones de machistas ultramontanos que reaccionan negativamente ante toda conquista de la mujer.
De hecho, aspiran a equiparar a todo aquel que ponga en tela de juicio todo este tipo de cuestiones con los negacionistas del holocausto judío , con los apologistas del terrorismo o con cualquier otra conducta de esas características. De hecho, ya se está urdiendo una reforma de la legislación en ese sentido.No vaya a ser que aparezca demasiada gente diciendo que “el emperador va desnudo”.
Y para que quede absolutamente claro, no seré yo quien niegue la existencia de mujeres auténticamente maltratadas. Por supuesto que hay mujeres en esa situación. A diferencia de las y los feminazis, que tratan de relegar al ostracismo a miles de hombres víctimas de su ideología, no haré un intento de minimizar la gravedad de ese tipo de actos.
Lo que ocurre es que la Ideología de Género, junto a sus poderosos aliados, se aprovecha de las mujeres realmente maltratadas para imponer su régimen de terror.
Esta ley no contempla el asesinato de una prostituta a manos de un hombre como violencia de género porque este acto no se contextualiza dentro de una pareja. Lo cual demuestra que en el espíritu de esta ley realmente no se halla la protección a las mujeres.
También es enormemente significativo que esta ley no sea aplicable para los casos de violencia entre parejas homosexuales. Ello evidencia que esta legislación esta pensada para atacar a la heteroxesualidad.
El propio hecho de que existan tribunales específicos o tribunales de excepción para aplicar esta legislación y que se haya instaurado en España el derecho penal de autor, propio de las peores dictaduras de la historia, indica cual es el grado de perversión al que hemos llegado con un amplio consenso social inoculado por los medios de comunicación.
Se trata de allanar más el camino para la destrucción del amor heterosexual y de la familia, alentando y favoreciendo la animosidad y la violencia entre sus miembros. Puesto que sin la familia nos encontraríamos todos aún más desvalidos dentro del tiránico sistema neoliberal y, por lo tanto, seríamos aún más fáciles de controlar y por ende, mucho mas vulnerables.
No es nada inocente que resulte tan difícil encontrar el dato del número exacto de suicidios de hombres, motivados por el desamparo en el que se encuentran tras un proceso de divorcio o por el infierno que sufren por ser víctimas de una denuncia falsa por violencia de género. En cualquier caso, diversas fuentes aseguran que este número es elevadísimo: En torno a unos 3000 al año.
Las cárceles españolas se están quedando pequeñas desde la promulgación de la Ley de la Violencia de Género.
Todo el mundo conoce a alguien o tiene un conocido que conoce a otro alguien afectado por este tema. Muchos hombres tienen miedo de sus propias mujeres porque saben que lo único que han de hacer para arruinarles la vida es presentar una denuncia falsa contra ellos para la que no se las exigirá aportar ninguna prueba en ninguna fase del procedimiento y, por lo tanto, no habrá consecuencia alguna para ellas.
Vivimos en una auténtica paranoia social cuya realidad está absolutamente silenciada por los medios de comunicación de masas. Hemos entrado de lleno en un auténtico régimen totalitario: El régimen feminazi.
Muchos de los que ahora ponen el grito en el cielo, por ejemplo, por la restricción de derechos que supone la nueva Ley de Seguridad Ciudadana del gobierno, miraban hacia otro lado cuando se suprimía la presunción de inocencia a los hombres en este tipo de casos.
Hay cierto grado de justicia poética en todo ello. Lo peor es que el recorte de derechos lo sufrimos toda la ciudadanía.
Resulta evidente el fracaso de las leyes y de las políticas de género. En un Estado de Derecho el fin nunca puede justificar cualquier medio, por muy legítimo que fuera el fin y menos cuando ello supone la conculcación fragante de derechos fundamentales. En tal caso, se debió legitimar el GAL.
Lo que ocurre es que, además, ni siquiera se persigue el supuesto fin, ya que, como hemos dicho, no interesa reducir demasiado el número de mujeres oficialmente víctimas de esa violencia.
Se llega a ampliar sutil, silenciosa y constantemente el concepto de violencia de género para que se contabilicen más víctimas.
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Ecuaciones, Sistemas de Ecuaciones e Inecuaciones (Índice) Sistemas de Control - YouTube Sistemas alto índice elástico Indices de Miller (Miller indices) - YouTube 12 SIG FCA - BIOLOGIA - INDICE DE SHANNON

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Ecuaciones, Sistemas de Ecuaciones e Inecuaciones (Índice)

Introducción de los índices de Miller en un sistema de panos cristalográficos. Para ver ejemplos de indices de Miller, haz click el siguiente link: https://y... Todos os legítimos sistemas de Venda Direta Multinível são baseados na revenda de produtos de valor ao cliente final, e qualquer promessa diferente ameaça a economia popular. ... Mini Índice ... aplicacion de los sistemas de informacion geografica para determinar la riqueza de biodiversidad de un bosque tropical por estrato de coberturaa vegetal. Vídeo de líneas de alimentación a prensa para el procesado de materiales de alto límite elástico. Skip navigation Sign in. Search

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